Instrumentos de tortura usados pela inquisição em nome da religião

 

Você provavelmente estudou sobre a Idade Média, ou como ela também é conhecida: Idade das Trevas. Talvez na época você fosse uma criança, ou adolescente, e a professora não queria te chocar – ou desconhecia o assunto profundamente -, então provavelmente deixou de fora a parte mais pesada da coisa, que incluía torturas maníacas como nunca se viu.  Apesar de haver exceções, em sua maior parte o período foi exatamente isso: Trevas. Muitos historiadores colocam a culpa nas invasões bárbaras, e em como esses povos eram primitivos, mas o fato é que grande parte do atraso se deve aos sucessores do todo-poderoso Império Romano: a Igreja Católica.
Mas essa escuridão cultural e conservadora foi uma das facetas mais amenas da Igreja Católica na Idade Média. Além das barbaridades cometidas contra as chamadas “bruxas”, os piores momentos foram reservados aos distintos senhores responsáveis pelo Tribunal de Santo Ofício! Inicialmente, de acordo com relatos históricos medievais, a Inquisição foi criada para combater o sincretismo religioso, em 1184, que unia a fé católica a cultos pagãos e realizavam adivinhações utilizando coisas como plantas. Depois, a Inquisição ficou a cargo de julgar crimes/pecados como heresias, adultérios, feitiçaria, além de colocar a culpa nessa gente de toda a sorte de desgraça que ocorria no local em que estava instalado o Tribunal.
Logicamente, com tamanho poder, os Tribunais impunham punições políticas e econômicas, de forma a aumentar a expansão da Igreja na época. E os relatos dizem que os Inquisidores eram eficientes. O mais famoso deles, o espanhol Tomás de Torquemada, foi o responsável por diversas campanhas contra judeus e muçulmanos na Espanha. E para chegarem a esse nível de eficiência, os inquisidores eram criativos. Necessitavam espalhar o terror para que todos tivessem medo deles, e para isso abusavam de instrumentos sem precedentes na história humana, com o intuito de causar dor extrema, sem, contudo, matar o herege, dando tempo pra ele confessar seus pecados.
Dizem que a tortura nessa época não era tão comum quanto a gente pensa, mas fica difícil afirmar isso após dar uma olhada nessa lista de aparelhos que parecem ter saído de uma filme de Hellraiser, ou Jogos Mortais.

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Tortura Ling-chi, ou Morte por mil cortes

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Um dos castigos mais cruéis da China e de toda a história da humanidade, foi, sem dúvida, o Ling-chi (Ling-chy). Ling-chi significa: “tortura com faca”, “cortado em mil pedaços”, porém é mais conhecido por “Morte por mil cortes”. Foi a forma mais bizarra e cruel de execução utilizada na China de 900 d.C. até sua abolição em 1905.

Alguns tipos de Satanismo

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O termo Satanismo sugere várias interpretações. Desde a Idade Média, é usado para designar as crenças do período pré-Cristão ou as religiões não cristãs, como a Wicca. Há ainda conotações contemporâneas associando o satanismo a uma filosofia, adoração ao Diabo etc. Fundamentalmente, o Satanismo é um estilo de vida de aplicação prática.

Sua essência baseia-se na ideia de que cada ser humano, em sua individualidade, é uma divindade; capaz de alcançar altos níveis de evolução, desde que não esteja preso a nenhum dogma religioso que subtraia seus reais valores primitivos. Portanto, cada indivíduo tem a liberdade espiritual e filosófica de criar e desenvolver seus critérios, sendo ele seu próprio sacerdote, salvador e deus. Neste caso, o Satanismo não está associado à adoração ao Demônio ou oposição ao Cristianismo.

Lembrando que estou trazendo esse material apenas como forma de curiosidade. De forma alguma tenho a intenção de questionar e criticar a fé e a religião de alguém. Sei que esse assunto desperta as mais diversas opiniões, e gostaria de pedir aos leitores um mínimo de respeito quando forem exercer o seu direito de manifestar suas impressões pessoais.

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