Alguns vampiros reais

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Por que  as ficções de vampiros despertam tanto desejo e curiosidade nas pessoas? Particularmente acredito que existe um pouco de vampirismo em cada um de nós. Com base em uma certa obsessão por espiritualidade, misticismo, esoterismo, bruxaria e sociedades secretas em geral, cheguei a conclusão de que o termo “vampiro” é decorrente de uma evolução espiritual. Afinal, se pensarmos bem, no final das contas todos temos um lado obscuro dentro de nós, todos temos sentimentos fortes em relação a sangue, sexualidade e terror, por isso os filmes trazem visões românticas e assustadoras sobre os vampiros e as pessoas se fascinam. Na verdade não temos poderes especiais como voar, correr extremamente rápido e brilhar no escuro, e tão pouco viramos cinzas ao sol, mas somos capazes de ver além das pessoas e sentir os sentimentos dos outros, se isso não é qualidade, não sei mais o que é. Em um mundo tão complexo e cheio de pessoas falsas, não nos deixamos enganar, no fundo sempre sabemos o que se esconde por trás de cada rosto, pois somos capazes de conhecer a alma das pessoas e pegar um pouco delas para nós.

Aproveitando que estamos falando sobre “ser vampiro”, deixo um post interessante, que conta um pouco mais sobre alguns “vampiros reais”.

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  • Vlad III – 1431/1476

Nascido na região da Transilvânia, o príncipe Vlad III foi um guerreiro implacável. Na defesa do seu reino ele matou mais de 40 mil inimigos. Ele introduzia uma estaca no ânus da pessoa ainda viva, transpassando até o tórax. Por isso, ele recebeu o sobrenome de Drácula (filho do dragão). Foi ele que inspirou Bram Stoker a criar o personagem Conde Drácula.

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  • Elizabeth Bathory – 1560/1614

Nascida na Eslováquia, a condessa Bathory era louca por sangue. Após a morte do marido, ela ficou maluca e passou a se banhar com sangue de jovens virgens para preservar sua juventude. Muitas vezes as vítimas eram espancadas e jogadas nuas na neve para congelar até a morte. Estima-se que ela sacrificou mais de 600 pessoas até ser condenada à prisão perpétua em 1610. Essa história até inspirou um filme: “A Condessa Drácula” em 1971.

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  • Peter Plogojowitz – 1666/1728

Esse foi um dos primeiros casos de vampirismo documentados. Aconteceu num pequeno vilarejo na Sérvia. Segundo relatos, após sua morte, Peter apareceu para o filho pedindo comida. Espantado, o seu filho negou o pedido e alguns dias depois o menino apareceu morto. Depois desse fato, no mesmo vilarejo, várias pessoas morreram com sinais de perda de sangue. Quando o corpo de Peter foi exumado, os olhos estavam abertos e tinha sangue fresco na boca. Até um jornal local relatou esse caso. Bastou isso para se crer que ele era um vampiro. Uma estaca foi cravada no seu peito e seu corpo foi queimado. Depois disso, não houve mais mortes por essa causa na região.

Henri-Blot

  • Henri Blot – 1886/ ?

No dia 25 de março de 1886, o francês Henri Blot foi ao cemitério da sua cidade e violou o corpo de uma bailarina, morta no dia anterior. Três meses depois, fez sexo com um cadáver de outra jovem morta e bebeu seu sangue. Só que o maluco acabou dormindo ao lado da sepultura da menina e foi preso na manhã seguinte. Durante o julgamento, ele afirmou que precisava de sangue para viver. Foi condenado a apenas 2 anos de prisão por violação de sepultura e depois de cumprir a pena ele sumiu.

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  • John George Haigh

A biografia desse inglês é tão assustadora que ele ganhou até estátua no Museu de Cera. O problema começou na infância, quando ele mutilava os próprios dedos para beber o sangue. Aos 40 anos, foi condenado à forca por ter assassinado cruelmente nove pessoas. Ele cortava o pescoço das vítimas, bebia o sangue todo e derretia seus corpos numa tina de ácido. Na hora de sua execução, em 1949, ele gritou: “Deus, salve meu filho da maldição do Drácula!”.

PETER KÜRTEN

  • Peter Kurten

Este serial killer sentia um enorme prazer quando via o sangue jorrando do corpo das vítimas, geralmente crianças. Ele estuprava e esfaqueava até atingir o orgasmo. Portador de uma patologia denominada hematomania, também costumava beber o sangue das suas vítimas. Depois de vários assassinatos, foi preso e condenado à morte por decapitação, aos 48 anos.A sua história serviu de inspiração para o director Fritz fazer o filme “M”.

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